
68% das vítimas de feminicídio são mulheres negras. O Brasil ocupa o primeiro lugar em número absoluto de feminicídios na América Latina e no Caribe.

O número representa o maior registrado desde a tipificação da lei em 2015, quando o crime de feminicídio foi inserido no Código Penal com a promulgação da Lei 13.104/2015.

Levantamento do Instituto Fogo Cruzado aponta ao menos 50 mulheres cis e trans mortas em decorrência da violência de gênero nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Recife, Salvador e Belém

Parlamentar pede que prefeitura de Salvador regulamente lei federal que prevê pensão especial a crianças e adolescentes órfãos de vítimas de feminicídio

Aumento alarmante de violências contra às mulheres indígenas expõe a invisibilização e a falta de políticas públicas eficazes

A jovem de 25 anos foi assassinada pelo ex-namorado e tornou-se símbolo na luta contra o feminicídio de mulheres negras

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (03), o Projeto de Lei nº 976/22, que garante pensão especial para filhos e dependentes de mulheres vítimas do feminicídio.

O homem, de 44 anos, matou a esposa, Lidiane Medeiros, de 41, a tiros, na frente da filha, de 7 anos, na cidade de Gonzaga, interior de Minas Gerais. O feminicídio aconteceu na casa da família, por volta da meia noite do domingo (25), dia em que é celebrado o Natal.

Mais duas jovens entraram para as estatísticas do feminicídio na Bahia no último domingo (10). Jéssica Ribeiro Reis, de 28 anos, foi assassinada com uma facada no peito, o suspeito do assassinato é o marido da vítima, identificado como Moisés Souza.

Mais uma vítima de feminicídio no Brasil, Anna Caroline Valença, de 26 anos, morreu depois de ser espancada pelo marido, na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo. Durante o crime, a vítima tentou defender a filha e a irmã no quarto, para que as duas não presenciassem as agressões.

No último domingo (10) foi Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher. O Brasil registrou 3.913 casos de feminicídio em 2020, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública

A digital influencer de moda e beleza Bruna Quirino, de 38 anos, foi mais uma vítima de feminicídio no Brasil. Ela foi esfaqueada e morta pelo marido na noite do último domingo (05), no apartamento onde morava na cidade de Valinhos, interior de São Paulo.