Quando conheci o amor – Sobre a visibilidade lésbica

Quando conheci o amor – Sobre a visibilidade lésbica

Anna Luísa Santos de Oliveira* /  Fotografia: Jamile Cazumbá Quando conheci o amor entendi que ele é sinônimo de casa, é o aconchego e a paz de fim de dia. Percebi que ele é o de cheiro de café de manhãzinha, o orvalho caindo da folha anunciando um novo dia. Foi...
O seu lugar de negra

O seu lugar de negra

Por Monique Rodrigues do Prado As tranças me fizeram olhar no espelho e ver outra pessoa: uma mulher enegrecida. Mas como isso é possível se pela cútis já não havia dúvida de quem era eu? O reflexo apresentado no espelho é expressamente declamado na poesia de Victoria...
Amor ancestral: cuidados, senso de comunidade e relacionamentos

Amor ancestral: cuidados, senso de comunidade e relacionamentos

Por Monique Rodrigues do Prado Como é que se aprende a amar? Suponho que se essa pergunta fosse destinada a professora e autora africana de “O Espírito da intimidade” Sobonfu Somé talvez a resposta fosse tão suscita quanto profunda: “amando”. Em algumas palestras onde...
Estimulando a imaginação: a vida é um cubo mágico

Estimulando a imaginação: a vida é um cubo mágico

Por Monique Rodrigues do Prado* Tenho pensado bastante sobre o cubo mágico como uma ilustração da vida. Há um tempo escrevi o artigo “Afrofuturismo como potência da imaginação” que nos dá um norte sobre o que tem-se chamando de política da imaginação ou o que algumas...