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Série brasileira “Ayô” participa de festival em Salvador (BA)

Produção criada e protagonizada por Lucas Oranmian integra o Panorama Internacional Coisa de Cinema e será levada ao Series Mania, em Lille
Imagem: Alile Dara Onawale

Texto: Divulgação


A série brasileira “Ayô” amplia sua circulação em festivais no Brasil e no exterior. A produção será exibida no dia 29 de março no Panorama Internacional Coisa de Cinema, em Salvador (BA). Já entre os dias 22 e 27 de março, o produtor Gabriel Bortolini participa do Series Mania, realizado em Lille, na França, onde apresentará o projeto ao mercado audiovisual internacional.

Com estreia prevista para o primeiro semestre de 2026, em plataforma de streaming ainda não divulgada, a série terá seis episódios. A obra é criada, roteirizada e protagonizada por Lucas Oranmian, com direção geral de Yasmin Thayná e produção de Gabriel Bortolini.

A narrativa acompanha a vida de Ayô, um ator negro e gay que vive em São Paulo. A trama aborda suas relações afetivas, dilemas amorosos, desafios profissionais e a busca por pertencimento na cidade. A história é inspirada em experiências do próprio protagonista.

O elenco reúne nomes como Breno Ferreira, Caio Blat, Lázaro Ramos, Tânia Tôko, Aretha Sadick, além de Gilda Nomacce, Caio Mutai e Odá Silva.

Segundo Oranmian, a série surgiu do desejo de retratar personagens negros em situações cotidianas que não se limitem à sobrevivência. “Eu queria interpretar um cara com problemas comuns, como dilemas amorosos e decisões de carreira, que tivesse recursos e não estivesse apenas lutando pela sobrevivência. Para atores negros, isso ainda é transgressor. Ayô nasce desse desejo de escrever o papel que muitas vezes nos escapa”, afirmou.

Para Bortolini, a produção dialoga com o mercado audiovisual contemporâneo ao combinar identidade autoral com ambição estética. “Ayô mira um público amplo e demonstra que narrativas negras e LGBTQIAP+ podem disputar espaço no mercado com linguagem, escala e qualidade”, disse.

Segundo a divulgação, a série aborda as contradições de uma geração que equilibra vulnerabilidade e resistência, mesclando romance, crítica social e estética contemporânea.

A produção conta com patrocínio do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, do Governo Federal e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Paulo Gustavo. A série é produzida pela Reprodutora, produtora que completou 10 anos de atuação em 2025.

Sinopse

Ayô é um jovem ator negro e gay, natural da Salvador, que vive em São Paulo e se mostra insatisfeito com sua vida amorosa. Após desentendimentos com Manu, ele passa a usar aplicativos de relacionamento e conhece João, com quem cria uma conexão imediata. No campo profissional, também enfrenta reflexões sobre sua carreira após conversas com sua agente, Carla, que o faz confrontar os desafios de ser um artista negro em uma sociedade marcada pelo racismo. 

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