Minicurso discute Discurso e Representação sob uma perspectiva antirracista

O minicurso Discurso e Representação: teorias e métodos para uma análise antirracista, que acontecerá nos dias 05 e 06 de setembro, das 16h às 18h, tem como objetivo apresentar as teorias e conceitos sobre discurso e representação, articulando-os com uma discussão sobre racismo, cotidiano e cultura contemporânea

Sociedade Civil pressiona Congresso para discutir a situação de vulnerabilidade da população negra com o Covid – 19

No último sábado (8) o Brasil alcançou a marca de 100 mil mortes em decorrência da pandemia do novo coronavírus. De acordo com a 11ª Nota Técnica divulgada pelo Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde (NOIS) da PUC-RJ, entre o número de óbitos, negros são 55% dos vitimados, contra 38% dos brancos.

BOLETIM 1: Ecos dos Manuscritos de Búzios – 1798

A série Ecos dos Manuscritos de Búzios - 1798, reúne uma série de artigos (que poderiam ser boletins sediciosos noutros tempos) sobre as mídias negras brasileiras, publicados originalmente no Mapeamento da Mídia Negra no Brasil realizado pelo Fórum Permanente pela...

Nossos Passos vem de longe: ecos dos manuscritos de Búzios – 1798

Neste mesmo 12 de agosto, há 222 anos atrás, as ruas da Salvador provincial amanhecerem efervescidas com uma série de boletins manuscritos espalhados por pontos estratégicos. No total eram 11 boletins, que foram chamados de “sediciosos” pela Coroa Portuguesa, e convocavam os cidadãos a se rebelar contra o império e fundar a “Republica Bahinense”.

Resgatando a insubmissão da Revolta dos Búzios

Pensando numa perspectiva de longo prazo sobre o punitivismo e o medo implantado a população negra na cidade de Salvador, é impossível não falar de uma certa “Pedagogia do medo”, de uma pedagogia usada para suprimir as Forças Revolucionárias durante a Revolta dos Búzios.

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Para nação angola, o Tempo é divindade que alicerça nossa existência. Cumpre essa função por ser capaz de nos acompanhar na sabedoria e na ignorância enquanto trilharmos a jornada de tornarmos-nos alguém. Ele, o tempo, é dono do feitiço maior, aquele que amarra o inicio e o final de todos os ciclos.  E nos permite transitar entre as mais tenras sensações:

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E tomo por direto assim o fazer. Você não sabe o por quê? Vou tentar te explicar. Se imagine aí você, desde a infância, ser preterida em casa, na escola, com as outras crianças. Imaginou? Agora imagina uma adolescência de novos preterimentos, nenhuma referência nas mídias, nenhuma referência nas artes,

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