
Ex-jogadora de vôlei, Sandra Mathias Correia de Sá, agride com “chicotadas” entregador negro no Rio de Janeiro
A mulher chega a usar a guia do cachorro como chicote para agredir o entregador, Max Ângelo. O trabalhador revela que não é a primeira

A mulher chega a usar a guia do cachorro como chicote para agredir o entregador, Max Ângelo. O trabalhador revela que não é a primeira

Na última segunda-feira, o presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz (PTB), chegou a dizer que não sabia o nome da co-vereadora e pediu que a mesma se retirasse das cadeiras destinadas aos vereadores

A Cajueira, curadoria de conteúdos do jornalismo independente nos estados do Nordeste, lança o “Mapa Cajueira”, uma plataforma interativa e colaborativa que reúne veículos mapeados pelo projeto, responsável por uma newsletter quinzenal desde 2020.

A cantora baiana Luedji Luna denunciou racismo e violência policial que passou com sua família em São Paulo, no sábado (08).

Estão abertas as inscrições da chamada pública para cientistas negros e indigenas para bolsas e investimento em pesquisas. As inscrições para as oito vagas podem ser realizadas até o dia 24 de abril, data onde os interessados também devem enviar a pré-propostas.

Operação foi deflagrada pelo Ministério Público, advogado que acompanha o caso avalia atuação do órgão. Quatro policiais são investigados pelas mortes de três jovens negros na comunidade de Salvador

Apesar de se tratar de área federal, o INEMA autorizou a construção para empresa que tem entre os sócios o presidente da Globo e o ex-presidente do Banco Central

A votação tem sido encarada como uma oportunidade para ampliar o debate. No entanto, o movimento negro sempre denunciou o racismo nas abordagens policiais.

Um grupo de estudantes praticou bullying com uma garota autista de 11 anos em uma escola estadual da cidade do Rio de Janeiro(RJ). A situação de violência aconteceu na última segunda-feira (27) no pátio do Colégio e foi gravada por uma das meninas que cometia o bullying.

O caso aconteceu em 2016, e a sentença foi proferida nesta quarta-feira (29). No entanto, o agressor pode recorrer em liberdade

A Ditadura Militar de 1964 durou 21 anos no Brasil atrelada à falsa promessa de trazer estabilidade econômica e social ao país. Com o discurso de perseguição a uma – infundada – ameaça comunista, o regime abriu alas para uma sequência de torturas, censuras e assassinatos que encontravam respaldo em leis e decretos da época.

São 40 vagas, destinadas para mulheres negras, trans e travestis em situação de vulnerabilidade social, maiores de 18 anos