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Opinião

Estimulando a imaginação: a vida é um cubo mágico

Tenho pensado bastante sobre o cubo mágico como uma ilustração da vida. Há um tempo escrevi o artigo “Afrofuturismo como potência da imaginação” que nos dá um norte sobre o que tem-se chamando de política da imaginação ou o que algumas pessoas têm intitulado imaginação como potência, cujo objeto é utilizar a imaginação como uma ferramenta para projetar o futuro.

A grande mídia baiana e o cancelamento das vidas negras

Os relatos são de uma guerra branca quando sites jornalísticos baianos noticiam sem pudor as ações policiais que resultaram em assassinatos em bairros populares. Todos morrem em confronto, por “reagirem” à prisão, e são responsabilizados por uma lista de crimes. Não tem outro lado, não tem apuração de nada, no máximo a resposta nos carros

Pedofilia e estupro infantil: precisamos falar sobre isso

O DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, quinta edição), da Associação Psiquiátrica Americana, define a pedofilia como um transtorno psiquiátrico em que pessoas adultas têm impulsos sexuais intensos, recorrentes e, por vezes, incontroláveis, em direção a crianças ensejando desde o consumo de pornografia ao efetivo cometimento do crime de

Racismo não é pauta identitária: entre a esquerda e a direita eu continuo negra

É muito comum ouvirmos mesmo nos campos mais progressistas que as pautas de gênero e raça são identitárias. Mais comum ainda é vê-las sendo tratadas de forma secundária como se de fato não houvesse nada de estrutural no sexismo e no racismo, de maneira que a discussão acerca do capitalismo fosse suficiente para dar cabo às atrocidades produzidas por

Resgatando a insubmissão da Revolta dos Búzios

Pensando numa perspectiva de longo prazo sobre o punitivismo e o medo implantado a população negra na cidade de Salvador, é impossível não falar de uma certa “Pedagogia do medo”, de uma pedagogia usada para suprimir as Forças Revolucionárias durante a Revolta dos Búzios.

Ensinamentos africanos sobre a intimidade

Na experiência ocidental tudo é combustível para alimentar o capitalismo, por isso, até os corpos são consumíveis. Nessa frequência, há uma sanha para que o corpo do outro seja reduzido apenas ao plano estético. A atração deixa de ser sensorial e passa a ser uma armadilha publicitária. Está aí os aplicativos que não nos deixa mentir. O sujeito eleito atrativo e

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