Jonas Pinheiro

Jonas Pinheiro

Black is king: a utopia é agora

“Quem é você? Do que você tem medo”. Essas são algumas das provocações levantadas no longa-metragem “Black is King” escrito, dirigido e produzido por Beyoncé, álbum visual que de forma decolonial materializa memórias e nos convida a viver em universo de potência, imersos em uma experiência sensorial de cura, afeto e ancestralidade. 

CRÔNICA: Eu, mulher negra, me autodeclaro RAIVOSA!

E tomo por direto assim o fazer. Você não sabe o por quê? Vou tentar te explicar. Se imagine aí você, desde a infância, ser preterida em casa, na escola, com as outras crianças. Imaginou? Agora imagina uma adolescência de novos preterimentos, nenhuma referência nas mídias, nenhuma referência nas artes,

A nova fronteira revolucionária do Povo Negro

(...) É nesse âmbito que muitos irmãozinhos e irmãzinhas negras podem se deixar levar pelo academicismo e por sua vaidade para se perder num emaranhado de “estrelismos”. De minha parte, faço um apelo: não transformem a militância negra em uma bandeira pessoal de aprovação particular. Em especial: não anseiem a adoração de pessoas brancas ou negras.
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